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Quem tá sempre por aqui

Sobre garrafas, flores e maçãs

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Oi, gente! :-) Olha o que eu andei aprontando esses dias : Umas garrafinhas, um potinho, um pouco de verniz vitral aqui, um barbantinho ali, mais um craquelê, e pronto ! Ainda não fiz o acabamento, mas fiquei ansiosa pra postar rsrsrs. Depois de completamente prontas, posto de novo :-))
Essa é a minha favorita
Essas vão virar abajour
Não resisti à exuberância do meu quintal e saí fotografando ! E, como sou exibida, vim mostrar pra vocês. Pra mim, isso é luxo!
Minhas maçãs
O nome dessa eu não sei... Alguém sabe? Minha azaléia Minhas hortências Ahhhhhhhh as rosas não falam ... Meus agapantos As margaridinhas, tão lindas Gente, eu BABO nesses gerânios ! Que cores são essas, meu Deus ?
Mil beijos !!!

Mil selinhos !!!

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Oi, gente! :-)
Olha que luxo !!! A fofa da Rita, do Pinto mas não bordo me cobriu de selinhos !! Rsrs
Rita, muito obrigada pelo carinho e pela acolhida ! Teu blog, ainda por cima, é uma inspiração, cheio de coisas lindas !!!
Eu já fiquei toda toda quando ganhei o 1º selinho, imagina agora então ?? Ó pá eu, ó ==>> :-)))))))))))))))))))))))))))))))))
Maridão disse que eu pareço criança rsrs !! Vou tomar isso como um elogio !!
Bem, então, como a energia deve circular, vou repassar pra estes 9 blogs cujas donas me receberam especialmente bem nesse universo que é completamente novo pra mim, me deram eco e me fizeram ficar bem à vontade !
Mil beijos !

Lya Luft

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Oi, gente! :-) Olha que lindo que a Lya Luft escreveu :
Lya Luft
"Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades. E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi. Foi um momento inesquecível... A platéia inteira fez um 'oooohh' de descrédito. Aí fiquei pensando: 'pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?' Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado 'juventude eterna'. Estão todos em busca da reversão do tempo. Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas. Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se "mudança". De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora. A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos. Mudança, o que vem a ser tal coisa? Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu. Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu. Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Poderia ter sido Nova Almeida também...rs.. Rejuvenesceu. Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face. Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna. Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho. Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar. Olhe-se no espelho..." Lya Luft

Triste, muito triste...

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Oi, gente! :-(((
Hoje quero falar sobre o que está acontecendo na cidade do Rio de Janeiro, minha cidade natal, que deixei há pouco mais de 5 anos, porque, já naquele tempo, a violência tava demais pra mim. Eu já sentia o cheiro dessa guerrilha que tá acontecendo. Pois é... Chamo de guerrilha ! Pra mim não tem outro nome o que tá acontecendo por lá. Os meus amigos, meu filho mais velho e minha mãe, que por motivos que não entendo continuam morando lá, sempre reclamam que não desço a serra nunca, que desapareci, que pra me verem têm que vir aqui e tal, mas, gente, como é que vou trocar um domingo no meu quintal, minhas flores, minhas árvores, meus frutos, meus cães, minha gata, os pássaros que passeiam por aqui, meu sossego, pelo medo, pela insegurança, pelo risco, pelo stress, por andar pelas ruas trancada no carro com o ar condicionado ligado ???? Como vou expor minhas crianças a isso ????? Se uma bala perdida acertar um deles, como vou deitar minha cabeça no travesseiro e dormir depois ???? Eu não tenho a solução pro problema da violência, não sou socióloga, nem política, nem governante, nem policial. Só sei que não vou expor desnecessariamente minha família !!! Não me entendam mal, eu não aqui fazendo nenhuma apologia, nem dizendo que as pessoas devem se mudar pra outras cidades. To até abstraindo o fato de que essa cidade vai abrigar uma Olimpíada, porque se eu fosse entrar nesse assunto teria que ficar aqui falando por muiiiiiiiiiiiiiiiito tempo. To falando de mim, da minha tristeza de ver minha cidade natal mergulhada nesse terror todo. Desculpem aí o assunto desagradável e as fotos feias, mas não deu pra segurar ! Eu já vinha acompanhando o assunto pelos jornais com o coração apertado, e recebi agora por e_mail esta carta, escrita pelo Delegado de Polícia Civil Wilson Ronaldo Monteiro, e tive que postar sobre assunto. Mil beijos ! As fotos são do site do Jornal O Globo.

Mais ou menos

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Oi, gente! :-) Olha que lindo esse texto que recebi por e_mail ! Mil beijos e um ótimo dia !

Minha fada

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Oi, gente! :-)
Sabem, acontece que eu A-D-O-R-O fadas ! E tinha essa festa, e eu cismei que ia de fada de qualquer maneira rsrs.
E também acontece que não encontrei no Brasil nem uma asinha de fada que fosse, bonita ou feia, grande ou pequena, nenhuma mesmo...
Então, depois de muito babar nas fotos que encontrei na web, resolvi fazer uma eu mesma rsrsrs Eu me meto em cada encrenca, vou te falar...
Me inspirei nessas aqui :
A minha amiga Dani Trance desenhou a asa pra mim. Minha outra amiga Lu Barbosa, que foi um amor, me levou no atelier de um amigo dela que faz alegorias pra escolas de samba e ele fez a armação. O que seria da gente sem amigas !!
Depois, com tecido, muitas fitas, cola quente e algumas flores e tintas, eu fiz assim : Olha eu na festa, toda de fada ! E aí, gostaram ?? Beijinhos !

A massacrante felicidade dos outros

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Oi, gente! :-) Será que to amadurecendo ??? Olha o que a maravilhosa Martha Medeiros diz :
"Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras.
Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador,algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?
Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinh a convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.
As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.
Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexy’s, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada; todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta..
Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?
Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento." Mil beijos !

Você acredita em fadas ?

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Segundo a Wikipédia, a fada é um ser mitológico, característico dos mitos célticos, anglo-saxões, germânicos e nórdicos.
O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. As fadas também são conhecidas como sendo as fêmeas dos elfos. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando "asas de libélula" as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.
Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela. Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil "Peter Pan", de J. M. Barrie.
Etimologia
Segundo Schoereder (s/d., p. 66), o nome fada "vem do latim fatum, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas."
As fadas de Cottingley
Embora além da percepção das pessoas comuns, as fadas continuariam a existir em nosso mundo. Tal afirmação é feita à luz de diversos testemunhos de clarividência, de fenômenos paranormais e parapsicológicos que atestariam a realidade do "mundo invisível" onde supostamente vivem fadas e outros "espíritos mágicos da Natureza" (Coelho, 1987, pp. 36-7). Nas palavras de Schoereder (s/d., p. 21):
“São numerosos os relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos, supostamente vindos de planos paralelos de existência.”
Um dos mais estranhos destes relatos citados por Schoereder em seu livro (e que ficou conhecido como as fadas de Cottingley), é o que envolve duas primas, as adolescentes inglesas Elsie Wright e Frances Griffiths, que em 1917, ao se fotografarem mutuamente num jardim, acabaram revelando também imagens de pequ enas criaturas aladas, apontadas como fadas e duendes. O caso foi parar nos jornais e as fotos, publicadas no Strand Magazine em 1920, despertaram a atenção até mesmo de Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes.
Doyle, que era um seguidor do espiritualismo, acreditou na veracidade das fotos e chegou mesmo a escrever um livro onde defende suas convicções, The Coming of the Fairies ("A Vinda das Fadas"). Na época (ou posteriormente), não foi verificada nenhuma evidência de montagem fotográfica nas imagens, e a autenticidade das mesmas tornou-se assunto de discussão, com adversários e defensores das mesmas digladiando-se nos jornais.
Interrogadas, Elsie e Frances afirmaram que apenas elas podiam fotografar as fadas, e que mais ninguém poderia estar presente em tais momentos. Houve apenas uma testemunha independente das cenas visualizadas pelas adolescentes, o escritor teosofista Geoffrey L. Hodson, que confirmou o relato das duas.
No início dos anos 1970, Elsie e Frances, agora senhoras idosas, foram entrevistadas pela BBC e insistiram na autenticidade das fotos. Elsie afirmou que "se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. A credito que as fadas eram invenção da nossa imaginação" (Schoereder, s/d., p. 27). Embora isso possa soar como uma confissão de fraude, Schoereder defendeu Elsie e Frances com um argumento retirado da parapsicologia: elas poderiam ter a capacidade de registrar numa película fotográfica, imagens vistas em seus pensamentos.
Mas finalmente em 1982, numa entrevista à Joe Cooper, Elsie e Frances admitiram que haviam forjado as quatro primeiras fotografias, sem precisar usar qualquer habilidade fotográfica: as fadas e duendes eram simplesmente recort es de papel, presos no matagal com alfinetes de chapéu. A evidência para isto fora encontrada anos antes, em 1977, por Fred Gettings. Ele havia descoberto num livro infantil, Princess Mary's Gift Book, publicado por volta de 1914 e que as duas meninas podem ter visto, um poema de Alfred Noyes intitulado "A Spell for a Fairy" ("Um feitiço para uma fada") ilustrado por Claude Shepperson. As fadas que aparecem na ilustração, embora com vestidos diferentes, são obviamente a origem das poses de três das quatro fadas que surgem na primeira foto de Frances tirada por Elsie, em julho de 1917.
Conforme citado por Kronzek (2003, p. 131), "Frances lembrou-se de ter ficado chocada ao ver como algumas pessoas acreditavam nas suas histórias. Afinal, sublinhou ela, os alfinetes estavam bem visíveis em algumas fotos — mas, ainda assim, ninguém os notou."
A hierarquia do mundo invisível
Fadas do prado por Nils Blommér em 1850. Segundo a teosofia, os espíritos da natureza podem ser categorizados hierarquicamente, na forma como se segue (Gelder, 1986):
Anjos ou Devas: seres luminosos de grande inteligência que agem como orientadores da Natureza e supervisores dos espíritos de menor importância.
Elementais, Espíritos da Natureza ou Fadas: espíritos dos quatro elementos (ar, água, terra e fogo).
  • Elementais do ar: divididos em sílfides ou fadas das nuvens e fadas das tempestades. As primeiras vivem nas nuvens, são dotadas de elevada inteligência e sua principal atividade é transferir luz para as plantas; interessam-se muito também por animais e por pessoas, para as quais podem agir como prot etoras e guias. As fadas das tempestades possuem grande energia e circulam sobre as florestas e ao redor dos picos das montanhas; costumam ser vistas em grupos pelas alturas e só descem à superfície quando o vento está forte.
  • Elementais da terra: seus principais representantes são os gnomos, criaturas de cerca de um metro de altura que vivem no interior da terra (embora existam gnomos da floresta, que cuidam basicamente das raízes das plantas). Os kobolds, menores que os gnomos, são mais amigáveis e prestativ os para os humanos que seus parentes, embora sejam igualmente cautelosos. Os gigantes são entidades enormes que costumam estar ligados à montanhas, embora também possam viver em florestas antigas. Finalmente, os Devas da Montanha, são os elementais da terra mais evoluídos, entidades que permeiam e trabalham com uma montanha ou uma cadeia inteira de montanhas, com sua consciência tão profundamente imersa na Terra que mal tomam conhecimento da existência de criaturas de vida breve, como os homens.
  • Elementais do fogo: as salamandras ou espíritos do fogo, habitam o subsolo vulcânico, os relâmpagos e as fogueiras. São mais poderosas que as fadas dos jardins, mas estão mais distantes da humanidade também. São espíritos de transformação, responsáveis pela conversão de matéria em decomposição em solo fértil. Podem agir também como espíritos de inspiração, mediadores entre o mundo angélico e os níveis físicos de criação (ou seja, agem como musas).
  • Elementais das águas: representados pelas ninfas, ondinas, espíritos das águas e náiades, são responsáveis por retirar energia do sol para transmití-la à água. As ninfas estão ligadas às águas, mas também à montanhas e florestas. Regulam o fluxo da água na crosta terrestre e dão personalidade e individualidade a locais aquáticos, tais como poços, lagos e fontes. Podem assumir a forma de peixes, os quais protegem. As ondinas parecem estar restritas a determinadas localidades, sendo responsáveis pelas quedas d'água e a vegeta ção circundante. Os espíritos das águas vivem em rios, fontes, lagos e pântanos. Assemelham-se a belas donzelas, muitas vezes com caudas de peixe; gostam de música e dança, e têm o dom da profecia. Embora possam ajudar eventualmente os seres humanos, estes têm de se acautelar com tais espíritos, que podem ser traiçoeiros e afogar pessoas. Da mesma forma que os espíritos das águas, as náiades presidem os rios, correntezas, ribeiros, fontes, lagos, lagoas, poços e pântanos.
As fadas em Harry Potter
No universo ficcional de Harry Potter, as fadas são pequenos animais humanóides de baixa inteligência e fraco poder mágico. Dotadas de asas de inseto multicoloridas, são utilizadas pelos bruxos para compor decorações vivas. Habitantes de matas e alagadiços, são criaturas mudas que comunicam-se através de zumbidos. Reproduzem-se pondo ovos na parte de baixo de folhas.
A Fada do Dente
Há uma tradição nos Estados Unidos, Canadá, em parte do Reino Unido e de Portugal e noutros países europeus, segundo a qual a "Fada do Dente" viria à noite para trocar o "dente de leite", colocado sob o travesseiro de uma criança, por uma moeda ou um pequeno presente.
Histórias sobre a Fada do Dente circulam desde o início do século XX, embora ninguém saiba sua origem exata. Todavia, trocar "dentes de leite" por presentes é algo que remonta aos vikings, mais de mil anos atrás.
Fadas na cultura popular
  • Lorelei, a fada alemã, de longos cabelos louros, que canta para atrair os homens e afogá-los.
  • Melusina, a mulher-serpente, fugiu no dia em que o marido, Raymond de Poitou, demasiado curioso, surpreendeu-a no banho em seu aspecto encantado.
  • Morgana Le Fay, a protetora do rei Artur em Avalon.
  • Viviane, a amante de Merlin.
Bibliografia
  • COELHO, Nelly Novaes. O Conto de Fadas. São Paulo: Ática, 1987. ISBN 8508015240
  • GELDER, Dora Van. O mundo real das fadas. São Paulo: Pensamento, 1986.
  • KRONZEK, Allan Zola. O Manual do Bruxo – um dicionário do mundo mágico de Harry Potter. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. ISBN 85-7542-069-0
  • SCAMANDER, Newt. Animais Fantásticos e Onde Habitam. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. ISBN 85-325-1329-8
  • SCHOEREDER, Gilberto. Fadas, duendes e gnomos. O mundo invisível. São Paulo: Hemus, s/d. ISBN 8528903664

Estante

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Inspiração Não é ótimo quando você tem uma idéia e dá de cara com uma imagem parecida com o que você imaginou? Então... Foi exatamente isso que aconteceu hoje quando cheguei no "copy & paste" e vi essa foto ! To reformando uma estante e ela vai ficar bem parecida com essa aí, com tecido no fundo e o corpo em provençal. Só que a minha vai ter o fundo todo no mesmo tecido, um lindo estampado de girassóis amarelos num fundo vermelho. O fundo vermelho foi pedido da minha filhota, já que a estante vai pro quarto das crianças. Depois posto fotos do antes (não tirei ainda), do durante e do depois. Por hoje é só, pessoal !

Mandalas

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Coleciono, desenho, pinto, admiro, mergulho nelas, me perco, me acho. Ótimo fim de semana !
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